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Produção de cacau

Atualizado: 20 de Jun de 2018

O pioneirismo da Fazenda Engenho D’Água na implantação do cacau no recôncavo baiano, que logo na primeira plantação conseguiu uma produtividade equivalente às fazendas de cacau do sul baiano, notadamente nos municípios de Ilhéus e Itabuna, fez com que a CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira - iniciasse, no ano de 1969, um acompanhamento mais detalhado na implantação do cacau através dos seus serviços de pesquisa e assistência técnica a outros fazendeiros. A resposta a este trabalho motivou a CEPLAC de tal forma que, como órgão executor da política nacional do cacau, resolveu incluir o Recôncavo em sua programação como um dos pólos de expansão da cacauicultura nacional, estabelecendo como meta o plantio de vinte mil hectares no período de 1976 a 1985.




Produção de cacau

Dr. Vicente Porciúncula, engenheiro de profissão, queria que o meio rural usasse também medidas definidas e planejamento as instalações de suas lavouras e a partir da primeira implantação de cacau ele procurou balizar toda a área e plantar as bananas (sombreamento provisório), as eritrinas, cajazeiras genipapeiros e outras fruteiras (sombreamento definitivo) e o cacau, obedecendo ao rigor da medida, tornando a Fazenda Engenho D’Água a primeira a implantar, tecnicamente, o cacau no país (CEPLAC).

Foram implantados aproximadamente 75 hectares de cacaueiros da variedade catongo (sementes brancas), de acordo com a tecnologia preconizada pela CEPLAC, chegando a produzir quatro mil arrobas cacau/seco/ano. Em meados de 1995, foram detectados os primeiros focos da doença Vassoura de Bruxa, tendo a produção do imóvel despencado a níveis irrisórios. A partir do ano de 2002, o imóvel Engenho D’Água foi adquirido pelo atual proprietário, Dr. Mário Augusto Nascimento Ribeiro, que com sua visão empresarial e futurista, começou a recuperação da empresa, buscando o uso de tecnologias advindas do Centro de Extensão da CEPLAC (CENEX), através do escritório local de Santo Amaro da Purificação. Por intermédio das ações dos extensionistas e pesquisadores da CEPLAC, a Fazenda Engenho D’Água começou a realizar clonagens de todas as áreas de cacau, substituindo o antigo cacaueiros doentes e decadentes por clones altamente produtivos tolerantes à doença da Vassoura de Bruxa, que proporcionou ao empresário alcançar uma produção atual de duas mil arrobas/cacau/seco/ano com potencial de produção de cinco mil arrobas/cacau/seco/ano em um futuro próximo. Além disso, também foi implantada na fazenda a produção da polpa do fruto do cacau e de outras fruteiras existentes no imóvel, agregando uma renda de dez por cento no valor da produção de cacau.


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